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Saturday, April 20, 2013

Poema de Sábado

In the Garret
No Sótão

(...)
Four little chests all in a row,
Quatro bauzinhos enfileirados,
Dim with dust, and worn by time,
Escurecidos com poeira, e gastos pelo tempo,
Four women, taught by weal and woe
Quatro mulheres, ensinadas por conforto e aflição
To love and labor in their prime.
A amar e trabalhar no seu auge.
Four sisters, parted for an hour,
Quatro irmãs, separadas por uma hora,
None lost, one only gone before,
Nenhuma perdida, uma apenas partiu antes,
Made by love's immortal power,
Feitas pelo poder do amor imortal,
Nearest and dearest evermore.
Próximas e queridas sempre.
Oh, when these hidden stores of ours
Oh, quando esses nossos segredos
Lie open to the Father's sight,
Abertos forem aos olhos do Pai,
May they be rich in golden hours,
Possam eles ser ricos  em momentos dourados,
Deeds that show fairer for the light,
Obras que se mostram mais juntas diante da luz,
Lives whose brave music long shall ring,
Vidas cuja música brava tocará por longo tempo,
Like a spirit-stirring strain,
Como um espírito que sacode a tensão,
Souls that shall gladly soar and sing
Almas que alegremente  planarão e cantarão
In the long sunshine after rain.
Pelos raios do sol depois da chuva.


Poema by Jo March, 
do livro Little Women (Louisa May Alcott), 
pags. 452-453

Saturday, April 13, 2013

Poema de Sábado

In the Garret
No Sótão

Four little chests all in a row,
Quatro bauzinhos enfileirados,
Dim with dust, and worn by time,
Escurecidos com poeira, e gastos pelo tempo,
All fashioned and filled, long ago,
Decorados e preenchidos, anos atrás,
By children now in their prime.
Por crianças agora no seu auge.
Four little keys hung side by side,
Quatro chavezinhas penduradas lado a lado,
With faded ribbons, brave and gay
Com laços desbotados, bravos e felizes
When fastened there, with childish pride,
Quando ali colocados, com orgulho de criança,
Long ago, on a rainy day.
Anos atrás, num dia chuvoso.
Four little names, one on each lid,
Quatro nomezinhos, um em cada tampa,
Carved out by a boyish hand,
Encravados por uma mão com jeito de menino,
And underneath there lieth hid
E lá embaixo jaz escondido
Histories of the happy band
Histórias da banda feliz
Once playing here, and pausing oft
Que um dia lá brincou, e pausando frequentemente
To hear the sweet refrain,
Para ouvir o doce refrão,
That came and went on the roof aloft,
Que vinha e ia no telhado acima,
In the falling summer rain.
Da chuva de verão que caía.

Poema by Jo March, 
do livro Little Women (Louisa May Alcott), 
pags. 450-451

Monday, April 8, 2013




Tenho lido Little Women da Louisa May Alcott há pouco mais de um mês, quase no fim, e já não quero que a história termine. Comprei esse livro há alguns anos, quando a Borders estavam fechando suas portas e me perguntava porque estava demorando tanto para ler porque eu amo o filme e já assisti tantas e tantas vezes... hoje sei. Por que agora sou mãe, estou lendo com outros olhos. Essa história é tão linda, trata de tantos tópicos sensíveis que sei que se tivesse lido antes não teria dado o mesmo valor que dei ao ler nesse meu momento. O filme, apesar de muito bom, não retrata nem a metade do que acontece no livro e há muita alteração.

A mãezona Sra. March aborda com tanta sabedoria e sutileza assuntos como religião, relacionamentos, criação de filhos, etc., pobreza e morte, aconselha de forma tão simples e amorosa que por vezes me pego desejando ter a mesma mansidão e sabedoria quando tiver que discutir esses assuntos com a minha Valentina.

Meg, Jo, Beth e Amy tornaram-se parte da minha vida nesse último mês, e quando acordamos de manhã eu pergunto logo da Valentina... ''Queres saber o que aquelas meninas estão aprontando hoje? Vamos saber?''

E assim eu começo meu dia... lendo Little Women para a minha Valentina.