"Nesse lugar, livros esquecidos por todos, livros que se perderam no tempo, vivem para sempre, esperando pelo dia em que estarão nas mãos de um novo leitor. (...) Cada livro que vês aqui já foi o melhor amigo de alguém." (Carlos Ruiz Zafón, The Shadow of the Wind - A sombra do vento)
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Saturday, February 2, 2013
Saturday, March 10, 2012
Poema de Sábado
Hoje é outro dia
Quando abro cada manhã a janela do meu quarto
É como se abrisse o mesmo livro
Numa página nova...
Mario Quintana,
A cor do invisível, pag. 21
Saturday, March 3, 2012
Poema de Sábado
Essa lembrança que nos vem
Essa lembrança que nos vem às vezes...
folha súbida
que tomba
abrindo na memória a flor silenciosa
de mil e uma pétalas concêntricas...
Essa lembrança... mas de onde? de quem?
Essa lembrança talvez nem seja nossa,
mas de alguém que, pensando em nós, só possa
mandar um eco do seu pensamento
nessa mensagem pelos céus perdida...
Ai! tão perdida
que nem possa saber mais de quem!
Mario Quintana,
A cor do Invisível, pag. 112.
Saturday, December 3, 2011
Saturday, June 11, 2011
Saturday, May 28, 2011
Sunday, April 10, 2011
Poema de Sábado (no domingo)
O bailarino
Não sei dançar.
Minha maneira de dançar é o poema.
(Mario Quintana, A cor do Invisível, pag. 82)
Saturday, April 2, 2011
Poema de Sábado
Todos os jardins deviam ser fechados,
Com altos muros de um cinza muito pálido,
onde uma fonte
pudesse cantar
sozinha
entre os vermelhos dos cravos.
O que mata um jardim não é mesmo
alguma ausência
nem o abandono...
O que mata um jardim é esse olhar vazio
de quem por eles passa indiferente.
(Mario Quintana, A cor do Invisível,
pag. 31)
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